Álcool e gravidez

Marinela Fonseca

Resumo


A Organização Mundial de Saúde considera que não se deve beber rigorosamente nada se uma mulher estiver grávida ou a amamentar. A maioria das mulheres consome álcool antes de saber que está grávida. O consumo de álcool por uma mulher grávida pode produzir alterações físicas, cognitivas e comportamentais irreversíveis na criança que está para nascer. A mais grave dessas consequências é o Síndrome Fetal Alcoólico (SFA), cujos critérios mínimos de diagnóstico são: atraso de crescimento pré- ou pós-natal, envolvimento do sistema nervoso, atraso do desenvolvimento neuropsicomotor, alteração do Coeficiente de Inteligência e do comportamento e dismorfismo facial. Pelo menos dois dos sinais apresentados a seguir devem estar presentes: microcefalia, microflalmia e/ou fissura palpebral pequena, filtro nasal hipoplásico com lábio superior fino e hipoplasia do maxilar. Outras das consequência do consumo de álcool durante a gravidez são o aparecimento na criança que vai nascer, do Distúrbio do Desenvolvimento Neural Relacionado ao Álcool e Defeitos do Nascimento Relacionado com o Álcool. A prevenção destas doenças é feita quando a abstinência de álcool numa mulher grávida é total.

Palavras-chave


Gravidez; Álcool; Síndrome Fetal Alcoólico; Sofrimento Fetal

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DOI: http://dx.doi.org/10.32385/rpmgf.v24i2.10485

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