A importância da vigilância do neurodesenvolvimento na consulta de saúde infantil e juvenil em Portugal

Authors

DOI:

https://doi.org/10.32385/rpmgf.v36i2.12501

Abstract

A patologia do neurodesenvolvimento tem vindo a registar uma progressiva relevância, dada a sua maior prevalência nos últimos tempos, sendo um tema pertinente e atual na saúde infantil e juvenil. Uma vez que em Portugal as crianças são vigiadas maioritariamente por  Medicina Geral e Familiar (MGF), sem formação específica na área, este artigo pretende alertar para os aspetos relevantes da vigilância do neurodesenvolvimento, cujo objetivo principal é permitir que as crianças e jovens alcancem o seu máximo potencial. É importante rastrear as  várias áreas do desenvolvimento nas consultas de rotina, para além de identificar as crianças em risco, de modo a agilizar a referenciação  para uma intervenção precoce e adequada.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

  • Sandra Franco Afonso, Hospital Cuf Descobertas

    De 1997 e 2003, Internato Complementar em Pediatria no Hospital Dona Estefania. Desde então Pediatra do Centro da Criança do Hospital CUF Descobertas, com Formação em Neurodesenvolvimento durante 12 meses entre 2006 e 2007,  sendo atualmente responsável pela Consulta de Neurodesenvolvimento, integrada na Unidade de Neurodesenvolvimento Infantil do Hospital CUF Descobertas.

    Co-autora do livro "Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção. As respostas que pais e professores procuram". Autora de diversas publicações e comunicações em revistas científicas e congressos médicos portugueses. Formadora em cursos de pós-graduação e workshops em Pediatria e Neurodesenvolvimento, palestrante em sessões, ações de formação e conferências sobre neurodesenvolvimento.

     


     


Published

2020-04-29

How to Cite

A importância da vigilância do neurodesenvolvimento na consulta de saúde infantil e juvenil em Portugal. (2020). Portuguese Journal of Family Medicine and General Practice, 36(2), 215-20. https://doi.org/10.32385/rpmgf.v36i2.12501