Medicação crónica numa lista de utentes
DOI:
https://doi.org/10.32385/rpmgf.v16i2.9787Palabras clave:
Médico de Família, Medicação Crónica, Epidemiologia DescritivaResumen
A Polimedicação é sem dúvida um dos problemas mais importantes com que se depara o médico de família. Objectivos: Pretende-se com este trabalho fazer a caracterização dos doentes consumidores crónicos de medicamentos inscritos numa lista de utentes de um médico de família e a sua caracterização por diversas variáveis nomeadamente a idade, sexo e tipo de família com o número e tipo de medicamentos utilizados. Tipo de Estudo: Efectuou-se um estudo descritivo e transversal. Local: Centro de Saúde dos Olivais, Unidade de Saúde dos Olivais Norte. População: Foi escolhida como população todos os utentes utilizadores medicados cronicamente pertencentes a uma lista de utentes de um médico de família (o autor). Métodos: De um total de 1543 utentes inscritos na lista de utentes de um médico, 887 eram utilizadores, tendo sido estudados 346 utentes medicados cronicamente. Foram estudadas as variáveis, idade, sexo, tipo de família com o número e tipo de medicamentos utilizados. O estudo decorreu durante os meses de Junho e Julho de 1994. Resultados e Conclusões: Deste estudo verificou-se serem as mulheres, os idosos e as famílias unitárias aqueles que consomem medicamentos em maior quantidade. Constatou-se que cada utente consumidor crónico de medicamentos ingere em média 2,38 medicamentos, não existindo diferenças importantes entre os dois sexos. A maior diferença de consumo de medicamentos entre o sexo masculino e feminino situa-se na faixa etária compreendida entre os 15 e os 44 anos. Nesta faixa etária o grupo de medicamentos mais utilizado foi o dos Anticonceptivos Orais, enquanto que acima dos 45 anos foi o dos Antihipertensores. Importa sensibilizar os médicos de família para procederem a um melhor conhecimento dos hábitos medicamentosos dos seus utentes, facto essencial para reduzir os efeitos nefastos do excesso de consumo medicamentoso.Descargas
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