O desafio da comorbilidade para os serviços de saúde

Autores/as

  • Isabel Santos Chefe de Serviço, CS de Oeiras Assistente Convidada, Faculdade de Ciências Médicas - Universidade Nova de Lisboa Doutorada em Clínica Geral (FCM-UNL)

DOI:

https://doi.org/10.32385/rpmgf.v22i2.10229

Resumen

Neste artigo de opinião, a autora descreve o papel relevante dos médicos de família (MF) na gestão das situações de comorbilidade e o impacto destas situações na prática clínica e nos serviços de saúde. A importância do papel desempenhado pelos MF na gestão de múltiplos problemas de saúde, que existem em simultâneo, num mesmo indivíduo, advém das características do tipo de cuidados prestados, globais, continuados e centrados na pessoa e não na doença, e coloca, a estes profissionais, vários desafios, quotidianos, quer no âmbito clínico quer no âmbito da gestão de cuidados. Para a autora, a gestão eficiente da comorbilidade das doenças crónicas para além de estar ligada aos próprios pacientes e aos médicos, também está ligada ao modelo de organização e à orientação dos cuidados de saúde. Deste modo, critica-se a escassa atenção dada a este fenómeno de enorme impacto no desempenho profissional e dos serviços.

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Publicado

2006-03-01

Cómo citar

O desafio da comorbilidade para os serviços de saúde. (2006). Revista Portuguesa De Medicina Geral E Familiar, 22(2), 191-4. https://doi.org/10.32385/rpmgf.v22i2.10229

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