Criança maltratada

Liliana Maria De Oliveira Figueiredo Mariano

Resumo



INTRODUÇÃO: Os estudos efectuados sobre o tema Criança Maltratada, têm tido um carácter local ou têm sido estudos pontuais de
casos que são do conhecimento público através dos media. Não obstante, tudo aponta para que representem uma «ponta insignificante» do «iceberg» da prevalência real de casos de sevícias infantis.
Esta revisão temática visa também a sensibilização dos profissionais de saúde para este problema tão sub-diagnosticado ainda em
Portugal.
MÉTODOS: Na Medline foram seleccionados os artigos publicados nos últimos cinco anos. Também foram consultados livros de texto e revistas científicas recentes para sistematizar conhecimentos e fundamentar actuações.
CORPO DE REVISÃO: A autora efectuou uma abordagem nas perspectivas histórica e sociológica, da referida temática. Fez-se ainda
uma descrição clínica exaustiva dos vários tipos de sevícias infantis e enumerou-se uma panóplia de sinais indicadores de alta suspeição de maus tratos à criança. Por último, abordou-se qual o modo de actuação mais adequado face ao binómio criança maltratada/ família maltratante.
CONCLUSÃO: Tem que se sensibilizar a Comunidade para o facto de que maltratar uma criança é crime. Todos os técnicos de saúde directamente envolvidos com uma criança maltratada, devem sentir-se responsabilizados na resolução deste complexo problema.
O Médico de Família, como agente prestador de cuidados de saúde mais próximo da Comunidade, pode e deve assumir um papel crucial
na prevenção deste flagelo social.

Palavras-chave


Crianças Maltratadas; Famílias Maltratantes; Maus Tratos Infantis

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DOI: http://dx.doi.org/10.32385/rpmgf.v17i6.9858

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