Prescrição de benzodiazepinas numa extensão rural do Baixo Alentejo
DOI:
https://doi.org/10.32385/rpmgf.v16i5.9806Palabras clave:
Prescrição, Consumo, Dependência, Benzodiazepinas, Medicina Geral e Familiar, Medicina RuralResumen
Objectivos: Caracterizar o padrão de prescrição de Benzodiazepinas (BZD) do Médico de Família (MF) e o perfil de consumo dos seus utentes. Tipo de estudo: Descritivo, transversal e exploratório. Local: Extensão rural de Vale de Vargo, do Centro de Saúde de Serpa. População: Todos os doentes inscritos na lista do MF a quem foi prescrita pelo menos uma BZD no período de estudo, independentemente do prescritor. Metodologia: Durante um ano ficharam-se os doentes, as datas das renovações da prescrição, a origem da prescrição e o número de comprimidos por embalagem. Calculou-se o consumo teórico entre a data da primeira e última prescrição. Resultados: Prescreveram-se 17 BZD diferentes, a 70 doentes num total de 83 tratamentos. Os doentes mais prescritos tinham mais de 55 anos. A prescrição nas mulheres foi superior à dos homens. As 4 BZD mais prescritas foram de semi-vida intermédia e responsáveis por 54% dos tratamentos. Prescreveram-se com apenas uma embalagem 36% dos doentes. A cerca de 73,3% dos tratamentos correspondeu um consumo mensal médio provável inferior a 10 Doses Diárias Definidas (DDD) para cada BZD. Apenas 5 doentes (6%) fizeram mais de 30 DDD/mês. O MF foi o maior prescritor mas iniciou menos de metade dos tratamentos e iniciou, significativamente, mais tratamentos curtos. Conclusões: Comparando-se este trabalho com outros, conclui-se que é aceitável a percentagem de doentes da comunidade medicados com BZD no ano do estudo e que é baixo o padrão de consumo de BZD dos doentes medicados.Descargas
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